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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Encontro de Guardiães, vigários e Coordenadores das fraternidades


FOTO DOS NOVIÇOS, FREI FERNANDES E FREI ALMIR (VISITADOR)
 De 25 a 28 de Abril, realizou-se em Ipuarana, o encontro de Guardiães, Vigários e Coordenadores das Fraternidades. O encontro transcorreu num clima de muita fraternidade. Participaram 25 frades. Neste encontro tivemos a presença do nosso visitador geral, Frei Valmir Ramos, que iniciará a visita canônica em preparação para o Capitulo Provincial de 2012, no próximo mês de agosto.

Frei Osmar da Silva
Fonte: http://freiosmardasilva.blogspot.com/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Memória de Frei Bento

Ao celebrarmos a ressureição do Senhor, hoje também queremos renovar a certeza da ressureição que nos é conferida a todos aqueles e aquelas que repousam em Cristo a sua esperança. Nosso confrade Frei Bento, que adormeceu nesta vida nos deixa marcas profundas de sua existência nesta cidade terrena. Inspirado pelo vigor evangélico de Francisco de Assis deixou sua pátria, e aqui nas terras brasileiras estabeleceu o cerne de viver a sua vocação como missionário franciscano. Pouco conheço a história deste homem, mas o que conheço relembro com ousadia. O marcante fora sua dedicação de vinte e cinco longos anos entre os índios Tirió, missão árdua e bem desafiadora. Logo após estes anos nosso confrade foi transferido para a cidade do Recife, mas por forças de adaptação pediu transferência para um região interiorana. O certo é que ao longo destes últimos meses, frei Bento tornou-se membro desta fraternidade por motivo de restabelecimento de sua saúde. Parece-me que depois de uma longa missão foi dada a hora de subir a montanha, a do calvário. Lembro-me do dia em que fomos interna-lo a sua esperança em querer logo restabeleceu a sua saúde e retornar ao convívio da comunidade de Mutuca, lugar onde o nosso confrade realizou sua ultima missão pastoral junto ao povo de Deus. Esperança esta que permeou o coração dele durante sua estadia no hospital. Acredito que sua missão também não se acabou no hospital, pelo contrário ela se intensificou. Ao chegar ao hospital todos já sabiam da presença do frade, bom era a hora do passeio pelos corredores todos paravam para cumprimentá-lo e ao mesmo tempo ele retribui em palavras de animo ou se não pelo seu sorriso. Os confrades desta casa tiveram a oportunidade de conviver, mas diretamente com ele, quando um dia ele mesmo disse: “estamos tendo a chance de nos conhecermos melhor.” Várias vezes tivemos a oportunidade de partilhar a vida, sobre tudo a de consagrados às vezes com o olhar humano e outras mais eficazes com olhar do Espirito. Não temos sombra de dúvidas, que o calvário de frei Bento é um apelo a nossa conversão e por isso a nossa fraternidade é agradecida a Altíssimo Onipotente e Bom Senhor por termos sido instrumentos de cuidado e afeto. Quantas vezes nós frades jovens ouvimos ao raiar de um novo dia após termos passado a noite com ele no hospital... – Frei temos que ir. – Ele respondia: é o jeito! Queremos em quanto fraternidade provincial confiar ao Bom pastor a alma deste teu filho, que ousou viver o Evangelho. Ao mesmo tempo confiamos a Deus a vida dos agentes de saúde que se dedicaram no cuidado profissional de nosso confrade, e de maneira especial a nossa amiga Rejane. E tantos irmãos, amigos e conhecidos que direta e indiretamente trilharam conosco este caminho. E por fim, já em uma das ultimas noites em um conversa com ele, o própria dizia: “resta acreditar nas possibilidades do coração.” Paz e Bem!
Frei Dennys Santana Ferreira, OFM

terça-feira, 3 de maio de 2011

Evocações de frei Anísio

Faltam-me informações para contar os últimos anos de frei Anísio seu necrológio. Remonto sim aos seus primeiros anos de vida franciscana vividos em Porto da Folha e em Paranatama. Mesmo essa memória anda desbotada pela falta de exercício e pelo tempo que é distante.


Vou tentar uma escavação arqueológica no tempo a ver se restauro as feições e o jeito do “Laranjo” este o carinhoso apelido que Angelino deu ao beradeiro Anísio. Poucos meses vivíamos frei Angelino e eu a aventura franciscana de inserção entre os pobres, numa casa de taipa da Rua da Baixinha (Porto da Folha) quando nos chegou o filho do pescador André. Vinha de Telha, na beira do Velho Chico para conviver conosco. A casa já tinha outros inquilinos: Sebastião (ex-aluno de Ipuarana), frei Enoque, frei Roberto Eufrásio (também ex-aluno de Ipuarana), conosco éramos cinco. A chegada de Anísio subia para seis os moradores da casinha que possuía só um quarto, uma sala, cozinha e banheiro. Como recusar mais um? E assim mais uma rede foi armada e o galego quase analfabeto juntou-se ao grupo franciscano.

Anísio chegou carregado do sonho de ser missionário e não escondia seu gosto de aprender e o entusiasmo pela vida. Matriculou-se no ginásio local e atirou-se aos livros com afinco decidido a sair do atraso. Em casa partilhava os diversos serviços com disposição e alegria. Nas orações da fraternidade, não ficava inibido com a superioridade intelectual dos companheiros, mas pontuava a reflexão com suas colocações pertinentes. No clima de irmandade criado entre nós, ninguém se julgava mais do que ninguém. Isso se mostrava, sobretudo, nas revisões do grupo, quando Anísio livremente cobrava ou questionava os companheiros mais idosos.

Anos de alto astral franciscano aqueles, um segundo noviciado (noivado) vivido entre 1970 e 1973. Esse foi o ano em que a um aceno de Mons. Marcelo Carvalheira, cotado para ser bispo de Garanhuns, demos a largada de Porto da Folha para Paranatama (PE). E o Anísio veio com Juvenal e o Angelino para o Pernambuco. Ele desenvolveu um intenso trabalho missionário na cidade e nos sítios ativando o surgimento e organização das comunidades de base. Sem veículo nosso, as distâncias eram vencidas na perna. O dia era para ajudar as pessoas nos trabalhos e a noite era para reunir os vizinhos em torno da Palavra. Os jovens receberam forte apoio de Anísio para formarem grupos fraternos. Um belo dia ele achou que estava na hora de manifestar de público seu compromisso com a causa do Reino na família franciscana. E perante uma multidão que lotava a igreja de Paranatama fez sua profissão solene segundo os três conselhos evangélicos. A essa altura o ministro provincial frei Valfrido viera até nossa casa para acolher-nos de volta ao seio da Província o que nos encheu de contentamento principalmente porque ele nos confirmava a opção de vivermos com os pobres.

Depois de cinco anos de missão em Paranatama fizemos um retiro sob tendas em lugar ermo com a participação de padres e freiras que desejavam redirecionar suas vidas. Decisão tomada, eu com Pe. Luís Weel fomos para o sítio Cruz, frei Angelino e Anísio partiram para um pequeno povoado em Alagoas. A partir desse dia, perdi o contato com o “Laranjo”. Soube que seu noviciado conosco e sua profissão não eram canonicamente válidos e ele então foi fazer o noviciado na Província.

Resgatado pela Instituição prosseguiu seus estudos até a ordenação. Estive presente nesse grande momento de sua vida. Viajei em velho fusca lotado com alguns amigos até Telha onde aconteceu o evento. O interesse de Anísio pela Bíblia despertou-lhe a vontade de estudá-la na língua original. Um dia soube que o “Laranjo” estava em Paris estudando hebraico, “quem te viu, quem te vê”. Em Porto da Folha se diz: “quem foi Naninha”. Em 1998, tendo completado quarenta anos de padre, coube-me a graça nunca sonhada de peregrinar pela Terra Santa. Pense, quem é que fui encontrar em Jerusalém? Adivinhou, o Anísio. Desembaraçado naquela cidade exótica, levou-me a conhecer o quarto que ocupava, fez compras, falando hebraico, acompanhou-me até a mesquita de Omar.

Depois desse surpreendente encontro na terra de Jesus, só nos vimos fortuitamente em Capítulos Provinciais. Ouvindo falar que ele era solicitado pra assessorar retiros e dar aulas bíblicas, no coração me ufanava de ter pescado no Rio São Francisco essa vocação para o serviço do povo de Deus.

Inesperadamente chegou a notícia: frei Anísio foi hospitalizado, foi para UTI, os médicos estão pessimistas, frei Anísio faleceu. Com apenas 59 anos, um menino, diria Angelino, se foi nosso “Laranjo” para os braços do Pai. Mas deixou entre nós seu bom perfume, haja vista os comentários ouvidos de quem o conheceu no ardor de seus jovens anos em Paranatama.

Tudo seja para a glória de Deus. Amém!

Frei Juvenal, OFM

A PROVÍNCIA FRANCISCANA DE SANTO ANTÔNIO DO BRASIL está de luto.

FREI BENTO LETSCHERT, OFM

Faleceu neste domingo (1° de maio), às 14 horas, no Hospital do Coração de Pernambuco - PROCAP, Frei Bento Letschert, ele tinha 71 anos, foi missionário entre os índios Tiriyó e ultimamente morava em Pesqueira, PE.


Seu sepultamento aconteceu ontem, dia 2, às 15 horas, após missa exequial a ser celebrada no Convento de Santo Antônio do Recife às 14 horas. Rezemos pelo descanso eterno de nosso confrade!

FREI ANÍZIO FREIRE, OFM
 Faleceu na madrugada deste sábado, 26 por volta das 04h, em Campina Grande-PB, aos 59 anos, Frei Anízio Freire OFM, que residia no Convento de São Francisco.

Ele estava internado desde o dia 27 de fevereiro no Hospital João XXIII em Campina Grande-PB com um quadro infeccioso, apresentando febre, diarréia e vômitos com sangue. Segundo os médicos, as medicações não faziam efeitos por conta dos vômitos, ocasionando assim as complicações e infelizmente o óbito do nosso irmão. Frei Anízio era bastante querido por onde passou e todos lamentaram sua partida.
Segue abaixo o discurso do Bispo da Diocese de Campina Grande-PB, Dom Jaime Vieira Rocha lamentando sua partida. Texto extraído do site: paraibaonline.com.br
“O bispo da Diocese de Campina Grande, dom Jaime Vieira Rocha, lamentou na manhã deste sábado (26), o falecimento do frei Anísio Freire, ocorrido na madrugada deste sábado 26, em Campina Grande.
- A Diocese de Campina Grande se solidariza com toda a comunidade franciscana e apresenta votos de pesar pelo falecimento deste nosso irmão. Frei Anízio era biblista, ecologista e professor do nosso seminário diocesano. Asseguramos assim nossas orações pela vida eterna do frei – disse Dom Jaime, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Caturité.”

FONTE: http://ofmeventos.blogspot.com/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Aniversário do Frei Gilmar, OFM 24 de abril




segunda-feira, 25 de abril de 2011

Semana Santa, em Cosme de Farias - Salvador















O COTIDIANO DA PÁSCOA

Celebramos solenemente o dia da Páscoa do Senhor, fazendo memória de sua gloriosa ressurreição, de sua vitória sobre o pecado e a morte, e reassumimos nosso compromisso de união com Ele, renovando as promessas de nosso batismo na solene Vigília Pascal! Entramos agora no Tempo Pascal, que se estenderá até o Domingo de Pentecostes, neste ano, no dia 12 de junho.
Durante os cinqüenta dias nos quais viveremos o Tempo Pascal, somos convocados pela Igreja a fortalecer nossa esperança e firmar nosso compromisso de testemunhas da ressurreição do Senhor. A exemplo do apóstolo João, no trecho do Evangelho proclamado no domingo de Páscoa, que “viu e acreditou” (Jo 20,8), nós também vimos e acreditamos nos sinais do Cristo ressuscitado em nossa história e vivemos para testemunhar a força da ressurreição do Senhor em nosso dia-a-dia.
O centro de nossa vida cristã é a celebração do mistério pascal do Senhor celebrado diariamente e solenemente a cada domingo, dia pascal por excelência. Por isso, a celebração anual da Páscoa tem a finalidade de nos fazer mergulhar no mistério pascal do Senhor – sua morte e ressurreição – para que a qualidade de nossa vida cristã seja o testemunho concreto daquilo que acreditamos.
Pessoalmente e enquanto comunidade de fé, que é a Igreja, somos testemunhas da ressurreição do Senhor e nossa vida consiste em anunciar a todos os povos que Jesus ressuscitou e é o juiz dos vivos e dos mortos estabelecido por Deus (cf. At 10,42). Mas isso se faz vivendo a vida nova que o Senhor nos deu no batismo e que cada dia buscamos viver num processo de conversão permanente aos valores do Evangelho. O critério de nossa vida é a vida de Jesus Cristo, nosso Senhor! Esta é a razão pela qual o apóstolo Paulo afirma: “Se ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Pensai nas coisas do alto, e não nas da terra, pois morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus: quando Cristo, que é a vossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com Ele na glória” (Cl 3,1-4). Procurar as coisas do alto não significa alienar-nos da realidade da terra e não nos comprometermos com a construção da justiça e da paz. Pelo contrário, nossa fé na ressurreição do Senhor nos motiva e nos faz construtores dos valores do Reino do Céu neste mundo, em nossa história, todos os dias! A vida em Cristo é uma vida transformada pelo Evangelho e que nos faz instrumentos da transformação do mundo!
Quando Jesus nos chama a ser luz e sal da terra, Ele quer nos motivar a viver nossa vocação de continuadores da vida que Ele viveu, e passar pelo que Ele passou: perseguição e morte por causa do Reino do Pai.
Temos que somar com os homens e mulheres de boa vontade que já estão engajados na construção da justiça e da paz, na defesa dos direitos dos pobres e na proteção do meio ambiente, inclusive sofrendo perseguição e até dando sua vida por essas causas! Os meios de comunicação mostram só em parte a luta permanente dessas pessoas! E nós, porque acreditamos na ressurreição de Jesus Cristo e vivemos dela, devemos com maior empenho testemunhá-la mostrando que a causa de Cristo e Sua morte e ressurreição é a vida em abundância que nosso Deus e Pai quer para toda a humanidade e toda a criação!

Viver a Páscoa é, então, a razão de nossa vida cristã!

Frei Marconi Lins, OFM

FONTE: http://ofmeventos.blogspot.com/

domingo, 17 de abril de 2011

Fraternidade Santa Clara de Cosme de Farias visita as obras sociais de Irmã Dulce.






Gesto concreto da Campanha da Fraternidade em Cosme de Farias, plantação de mudas ao lado da Igreja matriz Santo Antônio.







A Plantação do Jardim


A Fraternidade Santa Clara que recentemente se incorporou a Paróquia de Santo Antônio, teve a iniciativa de realizar um ato concreto que demonstrasse o cuidado com a natureza, aproveitando a temática da campanha da fraternidade deste ano, A vida no Planeta.


O ato escolhido foi a plantação de um jardim na igreja matriz, pois esta não possuía nenhuma área verde. Apesar da simplicidade do ato, este foi de grande importância.


A plantação foi morcada por um trabalho em conjunto muito bem desempenhado pelos paroquianos e pela fraternidade, de forma que era possível perceber a satisfação, a alegria e o amor que todos sentiam por realizar aquele gesto.


Homens e mulheres, jovens e adultos todos cooperavam para a obra, fosse cavando, plantando, fincando as raízes ou regando as mudas recém-plantadas, todos vivenciaram verdadeiramente o “ser irmãos”.

Paz e Bem,


Raicilane Santana
FONTE: http://ottaumaturgo.blogspot.com

quinta-feira, 10 de março de 2011

Encontro das casas vizinhas em Salvador -BA 03 e 04 de fevereiro

Frades recebem Ministérios em Salvador - BA 22 de Fevereiro


Frei Sérgio, OFM

Frei Paulo, OFM

Frei Gilmar, OFM

Frei Rogério, OFM

Frei Alexandre,OFM
 “Tem uma prece que eu repito suplicante, por mim, por meu irmão: dá-me esta graça de viver a cada instante a minha vocação”



Nas Láudes do dia 22 p.p (Festa da Cátedra de São Pedro) os confrades Fr. Paulo, Fr. Sérgio, Fr. Alexandre, Fr. Rogério e Fr. Gilmar, receberam o Ministério de Leitor e na Eucaristia das 18h os mesmos receberam o Ministério de Acólito. Os ministérios foram recebidos em vista da Ordenação Diaconal e posteriormente a Presbiteral, com a Graça de Deus. Aos nossos confrades muita força e luz na nova missão assumida.


Celebração de recebimento dos ministérios de Acolitato e Leitorato, Salvador - BA

Fraternidade Santa Clara de Cosme de Farias, Salvador - BA


Frei Gilmar,OFM (Formador), Frei Ricardo,OFM (Pároco), Frei Reginaldo,OFM Frei Erivaldo,OFM  Frei César,OFM e Frei Nilton,OFM

“... Os irmãos levem na sociedade a vida e a condição dos pequenos e vivam sempre entre eles como menores; e, por esta condição social, contribuam com o advento do Reino de Deus.” (CCGG – Art. 66)



Após a marcante Celebração Eucarística realizada na Igreja Conventual de Ipuarana – PB, No dia 02/02 – Festa da Apresentação do Senhor; nós, Frei Nilton, Frei César, Frei Reginaldo e eu Frei Erivaldo, emitimos os Primeiros Votos dos Conselhos Evangélicos nesta nossa Fraternidade Provincial. A celebração contou com a presença de vários fiéis, presbíteros vindos de diversas dioceses, confrades, familiares e amigos. Findado os dias de descanso junto aos familiares chegamos a Salvador na manhã do dia 14/02 a fim de iniciar a etapa formativa do juniorato, este ano (pós-noviciado) com a retomada da experiência de fraternidades inseridas. Na primeira semana ficamos no Convento e tivemos a oportunidade de conhecer o centro histórico e conviver com os novos confrades, aos quais agradecemos a frutuosa acolhida. Na noite do dia 18, sexta-feira; chegamos oficialmente à casa paroquial de Cosme de Farias, onde residiremos este ano. Na Missa do domingo fomos apresentados aos paroquianos, nossos novos companheiros de caminhada. No mais estamos aos poucos conhecendo a realidade da Paróquia, todos os trabalhos da casa são assumidos por nós, o cursinho começará no dia 14 deste (dás 13h30min às 18h30min). A Fraternidade é composta também pelo Frei Gilmar (Formador) e Frei Ricardo (Pároco) e escolheu como protetora nossa Irmã Santa Clara. Contamos, pois, com as orações e o apoio de toda Fraternidade Provincial para que possamos viver alegre e comprometidamente nossa vida e missão neste chão paroquial de Cosme de Farias.

Frei Erivaldo, OFM

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OFM - Ordem dos Frades Menores, Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil. E-MAIL: franciscanoofm2010@hotmail.com

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Para doações via bancaria, favor depositar na conta poupança, Nº 16169-1, AG.3021, em nome da Comunidade Franciscana da Bahia.

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ORAÇÃO PELAS VOCAÇOES FRANCISCANAS

Senhor da messe, que despertas os corações para o serviço e a solidariedade, faz surgir entre os jovens, vocações para manter a vida e a missão desta fraternidade franciscana, presente neste sofrido nordeste brasileiro, entre os índios Tirió e na Alemanha.
Que o clamor do teu povo e a busca feitas pelos frades de viver o Evangelho na forma vivida e proposta por São Francisco de Assis, façam surgir, com tua graça, novos “Irmãos Menores”, para o serviço da igreja de teu filho. Amém.